quarta-feira, 8 de julho de 2015

Criança de 5 anos mata a mãe - como explicar pelo Espiritismo?



A imprensa mundial no período de 7 de maio/06, noticiou o seguinte caso.
Na Bósnia, uma criança de 5 anos achou um revólver em casa e pensando que era  de brinquedo passou a brincar com ele, e apontou para sua mãe e o revólver disparou e a matou. Como se explica isso pelo espiritismo? Os consultórios estão cheios de pessoas com traumas de infância.
Por que uma criança matou sem saber? Como o mundo espiritual permite?
Isso pode para ela ser um problema muito grande, psiquicamente falando, por toda a sua vida.
Faço minhas considerações, baseado no fato de que não seria justo o menino cometer um crime e ficar inocentemente traumatizado, ocorrendo-me a seguinte explicação. Envolvimento com vidas passadas. Os obsessores: -  o menino e a mãe  devem pertencer a um grupo de espíritos que estão se perseguindo,  de vidas passadas, por cobranças de débitos. O menino também faz parte do grupo. O fato dele se envolver com um “crime” está inserido no contexto de sua vida passada por implicação com os erros do grupo – perseguidos e perseguidores. Quando o espírito tem esse grau de envolvimento, os espíritos protetores não conseguem protegê-lo. Por isso crianças também são obsediadas.
Jorge Hessen,  em artigo  na Revista O Espírita - Maio / Agosto de 2000, fala das obsessões em crianças.
”Dentre as muitas psicopatologias graves de origem obsessiva, a que afeta a infância apresenta-se mais constrangedora, principalmente quando os desencarnados adversários acompanham a criança e se apresentam espiritualmente no instante do parcial desprendimento pelo sono, fazendo-a recordar dos deslizes morais de ontem, situação em que recuam para o corpo sob pesadelos atrozes, aos gritos e temores e irão instalando as fixações enfermiças pelas quais as futuras perseguições se tornam subjugações.
A criança obsediada apresenta comportamento diferente, incontrolável, alternando dos estados agressivos aos de quietude depressiva e muitas vezes tentando a autodestruição. (suicídio)
Allan Kardec também fala de obsessões em crianças e cita casos até de homicídios praticados por crianças obsediadas ou levadas por seus instintos malévolos, próprios ainda de seus espíritos ignorantes.
Kardec, na Revista Espírita de 1859, pág.348, nos fala de uma criança de 7 anos e meio que cometeu homicídio, com premeditação e agravantes. O espírito de São Luiz comenta que trata-se de um espírito muito atrasado, ainda embrutecido,  e que estava no início  de seu período humano. Na Revista  de 1858, pág. 284, sob o título Problema Moral, nos fala de um menino de 12 anos que cometeu um crime apavorante, contra 5 crianças. A espiritualidade consultada disse que esse espírito reencarnou com essa índole criminosa que já possui antes. Na Revista de 1866, pág. 161, fala da monomania incendiária precoce, citando um menino que aos 18 meses sentia prazer em por fogo em tudo o que podia, aos dois anos queimou quase todos os móveis da casa e aos 4 anos e meio tentou por fogo onde dormiam seus pais. Os Espíritos explicam que essa criança trazia consigo inclinações perversas como reflexo de seus atos de vidas passadas e estava sob influências de espíritos que foram por ela lesados e queriam prejudicá-la forçando-a a atos criminosos por vingança, valendo-se de suas tendências.
Isto não torna as vítimas inocentes, elas são comprometidas com o passado e estão passando por provas ou expiações.
E as crianças faltosas, não são espíritos de crianças, mas, sim, espíritos adultos, também comprometidos com o passado e que apenas estão na fase infantil do corpo físico, mas com todos os seus compromissos assumidos. Jesus: Colhemos o que semeamos. Chico nos diz no Livro O Evangelho de Chico Xavier, pág.118, que, no período da infância é normal as crianças serem protegidas, mas, quando o ódio é muito entranhado, o compromisso é recente, o espírito obsessor se mostra implacável... e não abandona a vítima enquanto não consegue seus objetivos de vingança...




Fonte: http://www.uniaoespiritadepiracicaba.com.br/artigos/jairo-capasso/565-crianca-de-5-anos-mata-a-mae-como-explicar-pelo-espiritismo
Criado em Segunda, 25 Novembro 2013 09:00
Escrito por Jairo Capasso



3 histórias cabulosas de crianças com memórias de vidas passadas




Por Rafael Gazzarrini 
01 nov 2013 - 16h 52
Caso você tenha o costume de assistir a televisão com frequência e seja um fã de novelas, já deve conhecer a história de “Joia Rara”, que é reproduzida pela Rede Globo na faixa das 18 horas. Na trama, há uma garotinha que é o fruto de um amor proibido na década de 1930 — e, além disso, ela também é a reencarnação de um monge budista que salvou o seu próprio pai.
Contudo, a crença em encarnações passadas e no fato de a pessoa voltar à vida não é uma exclusividade do budismo. Diferentes religiões e seitas acreditam de alguma forma que a alma de uma pessoa volta a “passear” pela Terra, sendo que essa espécie de teoria é aceita por um número consideravelmente grande de pessoas.
Pensando nisso, nós do Mega Curioso selecionamos alguns dos casos mais interessantes de crianças que apresentam memórias de vidas passadas quando pequenas — essas histórias inclusive costumam ser estudadas de maneira séria para tentar confirmar a existência de encarnações antigas de uma mesma pessoa.
Você está preparado? Então, abra a sua mente, se prepare para os arrepios e continue lendo este artigo.
1. Um veterano de guerra experiente
Normalmente, crianças pequenas costumam se interessar por desenhos e brinquedos, não é mesmo? Pois este não é o caso de James Leininger. Desde que tinha apenas dois anos e meio, o garoto demonstrou um interesse e um conhecimento sobre aviação incompatíveis com a sua idade — no entanto, o mais bizarro é o fato de que ele sempre afirmou ter sido o tenente e piloto James McCready em sua vida passada.
Por conta das histórias contadas pelo garoto e pelo seu “vício” precoce por aviões, o pai de James pesquisou pelo tenente do qual ele falava, descobrindo que ele realmente existiu. Além disso, a morte do militar aconteceu de acordo com a descrição feita pelo menino: em um avião que caiu abatido por japoneses na Segunda Guerra Mundial, no ano de 1945.
Dessa maneira, quando a criança fez seis anos (em 2004), o pai dela a levou para uma reunião de veteranos de guerra dos EUA. O mais surpreendente é que James afirmou reconhecer um dos senhores que estava no evento, sendo que ele apenas comentou com seus pais como seus companheiros haviam envelhecido.
2. Saudades da antiga família
Desde que aprendeu a falar, Cameron Macaulay começou a citar a sua antiga família, com a qual ele viveu na sua vida anterior. Conversando com a sua mãe, a criança sempre citava uma casa branca com vista para o mar, sendo que ele tinha o costume de observar aviões da sua janela — a situação era tema recorrente em seus desenhos.
A princípio, a mãe do garoto estranhou a ideia e achou que fosse imaginação dele, mas eles nunca haviam estado na Ilha de Barra (Escócia), local em que ele afirmava que a antiga família viveu. Como Cameron estava ficando cada vez mais triste por conta da saudade dos seus parentes de antigamente, sua mãe começou a pesquisar sobre o assunto.
Cameron Macaulay e a sua mãe.
Depois de requisitar ajuda de uma psicóloga infantil, ela viajou para Barra. Com isso, após algumas pesquisas baseadas apenas na memória do garoto, foi possível identificar uma casa com a descrição exata feita pela criança, sendo que ela conseguiu achar a passagem secreta que sempre disse existir e contou até mesmo número correto de banheiros.
Contudo, a antiga família que deveria ser a da vida passada de Cameron se mudou e não estava mais ali há algum tempo — apenas uma pessoa foi encontrada, mas ela não se lembrava da pessoa descrita por Cameron. Apesar disso, depois da viagem, o garoto se aquietou e não ficou mais triste de saudade.
3. Um encontro bem inusitado...
Na Islândia, um professor de psicologia chamado Erlendur Haraldsson estudou pessoalmente o caso de uma garotinha de apenas nove anos chamada Purnima. Desde os três anos, a menina falava sobre uma vida passada em que ela era um homem, sendo que seus pais sempre notaram manchas de nascimento estranhas que ela tinha no peito.
O pai e a mãe da criança demoraram três anos para dar importância para as histórias da menina, enquanto ela alegava vender incensos e ter morrido atropelada por um ônibus ao tentar vender seus produtos andando de bicicleta. Como a garota continuava a afirmar ter vivido perto de um determinado templo e de ter dado o nome da sua pequena empresa (Ambika), o professor começou a pesquisar.
Por conta dessa investigação, eles chegaram a apenas uma família que se encaixava na descrição, sendo que eles fizeram uma visita surpresa a eles. Chegando lá, para chamar a atenção, Purnima começou a realizar perguntas específicas sobre a produção e embalagem dos incensos, espantando um de seus antigos familiares.
Conversando, a garota conseguiu acertar diferentes perguntas sobre a família a qual ela pertencia, até mesmo revelando o segredo de que era casada com duas mulheres ao mesmo tempo. No final das contas, um exame “comprovou” que a garota era a reencarnação do homem, sendo que até mesmo as marcas de nascença correspondiam com os ferimentos que a levaram à morte na vida passada.
....
A três histórias citadas anteriormente são somente exemplos de diversos relatos que podem ser encontrados em depoimentos pela internet e até mesmo em estudos científicos. Caso você esteja interessado pelo tema e consiga ler textos em inglês, clique aqui — esta página conta com diversos relatos de pessoas que conviveram com crianças com memórias de vidas passadas.
Claro que nós do Mega Curioso não podemos confirmar que encarnações passadas realmente existem. No entanto, caso você tenha alguma experiência deste gênero, não se esqueça de compartilhá-la conosco através de um comentário.



FONTE(S):

http://www.megacurioso.com.br/historias-macabras/39770-3-historias-cabulosas-de-criancas-com-memorias-de-vidas-passadas.htm

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